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Saídas líquidas dos fundos somam R$ 10,6 bilhões na semana

Os fundos de investimento fecharam a semana de 3 a 7 de fevereiro com saídas líquidas de R$ 10,6 bilhões, de acordo com dados da ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais). No acumulado do ano, o saldo está negativo em R$ 2,9 bilhões.

Na primeira semana de fevereiro, os resgates líquidos foram puxados pela categoria de renda fixa, com captação líquida negativa de R$ 10,2 bilhões, seguida por multimercados (R$ 3,8 bilhões), ações (R$ 1,8 bilhão) e previdência (R$ 948,6 milhões).

No caso dos ETFs, houve saídas líquidas de R$ 436,4 milhões, resultado influenciado pelo resgate de R$ 377 milhões um mesmo fundo.

Houve entradas líquidas no período apenas nos FIPs (Fundos de Investimento em Participações), de R$ 66,8 milhões, e nos FIDCs (Fundos de Investimento em Direitos Creditórios), de R$ 6,4 bilhões, movimento decorrente do aporte de R$ 6,3 bilhões em um único fundo.

Na categoria de renda fixa, a captação líquida negativa foi maior nos fundos do tipo Renda Fixa Duração Livre Grau de Investimento (que investem sem compromisso de prazo em títulos públicos e papéis de baixo risco de crédito), com R$ 3,4 bilhões, e Renda Fixa Duração Baixa Soberano (que fazem investimentos de prazo mais curto em títulos públicos), com R$ 1,4 bilhão.

Entre os multimercados, os resgates líquidos mais expressivos foram registrados nos tipos Investimento no Exterior (R$ 2 bilhões) e Macro (investimentos baseados em cenários macroeconômicos de médio e longo prazos), com R$ 1,1 bilhão na semana. 

Sobre a ANBIMA

A ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) representa mais de 300 instituições de diversos segmentos. Dentre seus associados, estão bancos comerciais, múltiplos e de investimento, asset managements, corretoras, distribuidoras de valores mobiliários e consultores de investimento. Ao longo de sua história, a Associação construiu um modelo de atuação inovador, exercendo atividades de representação dos interesses do setor; de autorregulação e supervisão voluntária e privada de seus mercados; de distribuição de informações que contribuam para o crescimento sustentável dos mercados financeiro e de capitais; e de educação para profissionais de mercado, investidores e sociedade em geral.